sábado, 25 de janeiro de 2014

Cores e Sabores

Era uma fria manhã de domingo
A primeira vista parecia assustadora, mas ao caminhar pelas tuas ruas, a paixão envolveu meu tímido olhar.
Eu já era completamente tua.
Arranha-céus cinzentos, cumprimentos fugazes e ela...
Aquela sutil e tão característica garoa.
Por dias, tardes, noites... Melancólica e sedutora.
Lugar onde viver é para os fortes
E onde eles também são vencidos por suas fraquezas
Te sentir me inspira, transforma e renova
Tanto para falar e muito para sentir
Pelo bem ou mal, conhecer-te transformou meu olhar.
Noites e dias de brilho e dor. Não importa.
Já somos íntimas há vinte anos... Conheço bem tuas falhas e o teu envolvente glamour.
São Paulo, 460 anos.
Amo-te sempre. Basta?

Para ler ouvindo: Caetano Veloso, Sampa

domingo, 12 de janeiro de 2014

O sonho do Maranhão liberto

Nesta semana o estado brasileiro do Maranhão deixou de ser para os desinformados uma dúvida, entre ser
'liberté, egalité, fraternité'
do norte ou do nordeste, e ganhou a atenção da sociedade de uma maneira bem triste. Cenas de extrema violência exibidas para o mundo através de um aparelho celular, realizadas em um dos seus presídios, que está na lista dos mais violentos do mundo.
O que dizer da violência que avança das casas de detenção maranhenses para as ruas da bela capital São Luiz ou vice versa? Um Estado refém.
Décadas de um coronelismo, que como todos é bizarro, sem contribuição relevante em desenvolvimento, cidadania e tão pouco em direitos humanos. Chega a ser redundante dizer que os políticos do Maranhão pouco se importam com 'seu povo'. 'Seu' com todo o sentido real de posse e domínio, que sabe onde está o lado fraco da população e segue por ele na hora das eleições.
Não basta alimentar famintos e miseráveis, que infelizmente se quer têm o direito a uma educação orientada e como identificar a importância de seu voto, para garantir o infinito mandato de coronéis. É preciso agir de forma cidadã. Procura-se a mais nova lenda brasileira: políticos comprometidos.
Atitude bem tardia do Governo Maranhense. Lamento de famílias sem esperança que conhecem seus senhores.
O Maranhão merece mais que atenção e respeito. Oremos por sua liberdade política.

Para ler ouvindo: Anthony Hamilton

domingo, 5 de janeiro de 2014

Ar fresco, sem frescura

Primeiramente perdoem minha ausência desta página que contemplam, rs.
O importante é que voltei para compartilharmos opiniões. Vamos começar bem leve...

Hoje em dia, quando estamos vinte e cinco horas conectados, com ou sem horário de verão, parece que estamos online pro mundo e off-line para nós mesmos.

Quando foi sua última vez? ... ... ...
Que última? Tem tanta coisa que se perdeu na quantidade e no tempo, que até as lembranças cessam.

Os habituais conselhos podem até ter uma filosofia impraticável que se distanciam dos cotidianos alheios, mas é necessário agir no presente. Sem isso, ocultamos momentos e abrimos lacunas no que compõe nossas histórias de vida.
Tenham sempre a alegria que o sol nos traz

Nesse ano de 2014 acredito no verbo permitir. A expressão permita-se faz com que sejamos mais próximos uns dos outros da forma mais intensa possível. Adjetivos também são bem vindos.

Abuse, abrace, haja, participe. Marque encontros, reencontros e desencontre dos contratempos.


Ar fresco e sem frescuras para quem está determinado em tornar os dissabores fugazes. Vamos lá?
Permitam-se.

Beijocas

Para ler ouvindo: Celso Fonseca

sábado, 4 de janeiro de 2014

Voltar é Seguir

Leitores...

Obrigada pelo incentivo ao retorno durante este período que estive ausente desta excelentíssima página virtual. Pois bem. Cá estou e sigamos a conversar.
Para os já conhecem e voltarão a acompanhar o que escrevo, assim espero, rs, esta é uma página de opinião. Mas precisamente sobre o meu ponto de vista sobre tudo, com respeito e sem censura ou hipocrisia. Mas que vocês são convidados a participarem, obviamente.
Como em outros textos, aceito sugestões sobre o que podemos discutir por aqui.
Felizmente o meu tempo está complicado. Mas pretendo postar também imagens, músicas que indico e otras cositas más pra 'sacudir' nossos pensamentos.
A postagem continuará sendo somente aos domingos e todas, no rodapé do texto, terão o 'para ler ouvindo'. Assim podem ouvir o que me inspirou a escrever.
O objetivo do blog é fazer com que reflitam sobre si e sobre a vida e como guiamos nosso destino.
Compartilhem o que acreditam ser transformador de alguma forma pra você e para os outros.

Beijocas

Para ler ouvindo: Bebel Gilberto

quarta-feira, 21 de março de 2012

Opinião i em 2012

Olá leitores!


É com muita alegria que escrevo este primeiro post de 2012. Sei da dívida com vocês, mas são por bons motivos. Esse ano será perfeito para nós amados, abençoados e cheios de idéias e ideais revolucionários. Então, vamos fazer valer!
Quando tive a iniciativa de criar este blog, foi para escrever sobre tantos assuntos e acabei focando em artigos de opinião. Mas eu, como vocês, acredito, sentimos a necessidade de ver mais. É a busca do despertar de novas sensações que nos faz ser fiel a isso ou aquilo. Sejam ilustrações, vídeos... Enfim. Acho que é importante, agrega informação e enriquece muito mais.
Pensando nisso, estou elaborando um design mais dinâmico, onde será possível acessar algumas colunas sugeridas por alguns leitores, bem como, vídeos e podcasts como adiantei ano passado.
Por enquanto, estamos em obras. Mas o quanto antes estaremos de volta com um objetivo maior: trazer a você, leitor, um novo olhar sobre situações diversas e um questionamento crítico expansivo. Ai que bonito!


Beijos e, claro, boas leituras!
Yara Peres

domingo, 25 de setembro de 2011

Maçãs aos Professores


Nos últimos anos atos de violência vem preocupando pais e alunos nas escolas brasileiras. Nesta semana tiros a uma professora em São Caetano, nos faz repensar: o que leva alunos, aparentemente tranquilos, a esses ataques de fúria? Onde está o respeito àqueles que, mesmo com um salário ‘enxuto’, empenham-se em dar continuidade ao nosso aprendizado?

Agressões verbais, físicas e ameaças têm sido constantes nas salas de aula. Saudade da época que entregavam ‘maçãs’ ao mestre, de cantar o hino nacional com a professora no pátio do colégio, do incentivo em competições de notas bimestrais... O que se perdeu nos últimos vinte anos?

Para aprender é fundamental ouvir e respeitar. Professores são ‘pais’ e ‘mães’ que buscam auxiliar em nosso aprendizado (do jardim da infância a universidade). Ensinar está muito além de ‘ter didática’ e os verdadeiros mestres doam-se pra fazer valer cada minuto da aula. Ser professor não é pra qualquer um. Compartilhem o seu!

Beijos e boas leituras!
Yara Peres

domingo, 18 de setembro de 2011

Copa 2014: o 'esquenta' dos mil dias


Essa semana se comemorou nos canteiros de obras das cidades-sedes da Copa de 2014 a contagem regressiva para o evento que acontecerá no Brasil. Faltam menos de mil dias para abertura. Muito confete, pouco concreto levantado e nada se falou sobre a situação dos aeroportos, dos transportes públicos e de outras áreas que precisam de ajustes imediatos.

A nomeação insossa do novo Ministro do Turismo, Gastão Vieira, aqueceu os comentários em torno do tema, quando o mesmo declarou a necessidade de verbas generosas para o Ministério em decorrência do evento. Gastar, parece ser com Gastão, já que em seu currículo consta obra inacaba na terra do padrinho Sarney. O trocadilho é fato.

A Seleção Brasileira de Futebol até se empenhou no jogo esta semana contra a Argentina, mas o zero a zero só entristeceu mais o público que não está muito confiante. E os prazos informados? Estão com a cara do Brasil, ou seja, deixados para a última hora. E sabemos que tudo feito nesse prazo, sempre fica faltando alguma coisa. Só espero que não seja o título.

Por fim, ficaremos na torcida para, pelo menos, conseguir comprar as entradas, já que quando a seleção brasileira passa por aqui, só convidados VIP’s , patrocinadores e os bem afortunados financeiramente conseguem pagar os ingressos de quase um salário mínimo. A seleção canarinho parece ser artigo de luxo. Algo ao bolso de Ricardo Teixeira, por exemplo.

Beijos e boas leituras!
Yara Peres