domingo, 12 de janeiro de 2014

O sonho do Maranhão liberto

Nesta semana o estado brasileiro do Maranhão deixou de ser para os desinformados uma dúvida, entre ser
'liberté, egalité, fraternité'
do norte ou do nordeste, e ganhou a atenção da sociedade de uma maneira bem triste. Cenas de extrema violência exibidas para o mundo através de um aparelho celular, realizadas em um dos seus presídios, que está na lista dos mais violentos do mundo.
O que dizer da violência que avança das casas de detenção maranhenses para as ruas da bela capital São Luiz ou vice versa? Um Estado refém.
Décadas de um coronelismo, que como todos é bizarro, sem contribuição relevante em desenvolvimento, cidadania e tão pouco em direitos humanos. Chega a ser redundante dizer que os políticos do Maranhão pouco se importam com 'seu povo'. 'Seu' com todo o sentido real de posse e domínio, que sabe onde está o lado fraco da população e segue por ele na hora das eleições.
Não basta alimentar famintos e miseráveis, que infelizmente se quer têm o direito a uma educação orientada e como identificar a importância de seu voto, para garantir o infinito mandato de coronéis. É preciso agir de forma cidadã. Procura-se a mais nova lenda brasileira: políticos comprometidos.
Atitude bem tardia do Governo Maranhense. Lamento de famílias sem esperança que conhecem seus senhores.
O Maranhão merece mais que atenção e respeito. Oremos por sua liberdade política.

Para ler ouvindo: Anthony Hamilton

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